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Textos / Text

"Nascido na Macedônia e chegado ao Brasil, em 1993, Blagojco Dimitrov, professor da Escola Panamericana de Arte (EPA), pertence à família dos artistas que não se fabricam, mas que nascem prontos e vão aprofundando a sua técnica ao longo do tempo, com muito estudo, observação e prática.Capaz de realizar com a mesma competência uma natureza-morta ou uma paisagem de observação, sua arte teve, até agora, seu ponto alto em uma exposição realizada logo após a sua chegada na EPA. Influenciado pelo clima da guerra na região de onde emigrara e pela sua trajetória pessoal, realizou um amplo conjunto de obras de cunho expressionista, gesto largo, rapidez no feitio e viscerais na execução, com ampla experimentação de materiais."

— Oscar D’Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UNESP, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA- Seção Brasil).

“Intolerância, violência, guerra, sangue, medo. Durante centenas ou milhares de anos de história, estes ingredientes fazem parte da vida na Macedônia. É neste lugar que nasce e estuda Artes Plásticas, Dimitrov. E é deste lugar, carregando nos olhos e na mente esta cultura, que se muda para o Brasil. Aqui, longe do campo de batalha, retorna sua arte. Desenvolve seu trabalho com pintura. Dimitrov faz parte sem a pretensão de nos causar surpresas técnicas ou rodopios intelectuais. Arte sem pirotecnias filosóficas. Ele faz boa, excelente pintura, descarregando na tela, de forma magistral, a dor de seu povo, a violência. Simples: um tema regional, que pertence a cada um dos seres humanos e, portanto, se torna universal. Simples: com 3 cores (preto, branco e vermelho), e largas pinceladas gestuais, sua pintura é verdadeiramente impressionante e surpreendente.” 

 

— Massimo Picchi, artista plástico e diretor da Panamericana – Escola de Arte e Design.

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"Born in Macedonia and arriving in Brazil in 1993, Blagojco Dimitrov, a professor at the Panamericana School of Art (EPA), belongs to the family of artists who are not made, but are born ready and deepen their technique over time through extensive study, observation, and practice. Capable of executing with equal competence a still life or an observational landscape, his art reached its peak in an exhibition held shortly after his arrival at EPA. Influenced by the war climate in the region from which he emigrated and by his personal trajectory, he produced a wide range of expressionist works characterized by broad gestures, speed in execution, and visceral expression, experimenting extensively with materials."

— Oscar D'Ambrosio, journalist and Master in Visual Arts from the São Paulo State University's Institute of Arts (UNESP), member of the International Association of Art Critics (AICA - Brazil Section).

"Intolerance, violence, war, blood, fear. For hundreds or thousands of years of history, these ingredients have been part of life in Macedonia. It is in this place that Dimitrov is born and studies Fine Arts. Carrying this culture in his eyes and mind, he moves to Brazil. Here, far from the battlefield, his art resurfaces. He develops his work with painting. Dimitrov participates without the ambition to cause technical surprises or intellectual whirlwinds. Art without philosophical pyrotechnics. He creates good, excellent painting, masterfully conveying the pain of his people, the violence, onto the canvas. Simple: a regional theme that belongs to every human being and therefore becomes universal. Simple: with three colors (black, white, and red), and bold gestural brushstrokes, his painting is truly impressive and surprising."

— Massimo Picchi, visual artist and director of Panamericana - School of Art and Design.

 © 2024 Blagojco Dimitrov.

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